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SHANTALA: um contato mais harmônico entre a mãe e seu bebê
 

A shantala é uma massagem milenar de origem indiana e que é passada oralmente de mãe para filha. A prática pode ser feita em bebês a partir de um mês de idade. A grande finalidade é trabalhar a relação bebê/mãe, levando ao recém-nascido tranqüilidade, segurança e auto-estima. Também elimina gases, cólicas, prisão de ventre, tranqüiliza o sono e por tudo isso é altamente preventiva.

A massagem tem fundamentos no yoga e na medicina ayurvédica (medicina tradicional da Índia). Os chackras e os nadis dão a direção e seqüência dos movimentos. O equilíbrio dos chacras e dos meridianos do bebê é a base da Shantala. Não se pode esquecer que é importante a maneira correta de aplicá-la para que todos os benefícios sejam alcançados.

A direção dos movimentos, a seqüência e a concentração fazem parte constante dessa prática, assim como, a conversa não-verbal, o olhar. O olho no olho irá desenvolver outro tipo de relação mãe/filho.

A shantala deve ser feita num ambiente calmo, silencioso ou com uma música instrumental /“new age” bem tranqüila e de preferência sempre a mesma.

O bebê não deve estar de estômago cheio, nem vazio, não ter a sensação de frio ou excesso de calor. É uma troca energética e de nenhuma maneira deve ser imposta. É uma massagem satisfatória e o bebê vai descobrir isso com o passar dos tempos.

O ideal é que ela seja feita todos os dias, evitando o período noturno. A melhor hora é aquela em que o bebê está de acordo com estas pré-condições e não a hora imposta pelo adulto. Para que a massagem seja muito mais prazerosa ela deve ser feita com um óleo vegetal.

Sem dúvida, o bebê terá um desenvolvimento psicomotor muito melhor e será uma criança calma e ao mesmo tempo ativa e inteligente. Principalmente as crianças com traumas de vida intra-uterina e nascimento e com carências diversas, são as que mais necessitam deste toque mágico.

É importante que a massagem seja feita com o bebê sobre o corpo de quem a faz, sobre as pernas para que ele se sinta protegido dentro do corpo áurico da mãe. Cada sessão dura de 15 a 30 minutos.

Atualmente, a técnica é utilizada por fonoaudiólogos, fisioterapeutas, pediatras, enfermeiros, psicólogos, enfim, terapeutas de todas as áreas.

A Shantala não deve ser aplicada quando o bebê está muito doente ou nas crises. É preventiva, mas na hora da crise não dá para aplicar. É preciso que a criança esteja participando, concordando com a prática.

Origem

Shantala era o nome da mulher que ensinou a técnica para o médico francês Frédèrick Leboyer. Foi ele quem introduziu a Shantala no ocidente, em meados dos anos 70.

O mundo ocidental teve a oportunidade de conhecê-la através do médico francês Frédérick Leboyer que numa de suas viagens à Índia conheceu a Shantala, que ensinou-lhe a técnica e se deixou fotografar.

 
Fonte:
Data: 26/4/2002
 
 

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