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Auto-conhecimento: os opostos em nossa vida
 

A vida na dimensão da dualidade faz com que os opostos sejam uma presença permanente em tudo o que experimentamos. Encontramos a polaridade ou ação e reação em toda parte da natureza: treva e luz, calor e frio, fluxo e refluxo das marés, masculino e feminino, inspiração e expiração das plantas e animais, gravidade centrífuga e centrípeta. Um dualismo inevitável permeia a natureza, de tal forma que cada coisa é uma metade e supera outra coisa que a torna inteira, como espírito e matéria, homem e mulher, par e ímpar, subjetivo e objetivo, dentro e fora, superior e inferior, movimento e repouso, sim e não. Cada doce tem o seu amargo, cada mal possui o seu bem.

O tempo todo surge a necessidade de escolhermos entre dois caminhos: o equilíbrio e a paz ou as ilusões do ego com a angústia inevitável que as acompanham. O I Ching aponta os opostos, assim como sorte e infortúnio, sucesso e fracasso. Também ensina como conciliar esses opostos em nossa vida. As palavras sorte e infortúnio no I Ching referem-se aos bons resultados ao usarmos o inconsciente de maneira certa e às perdas decorrentes ao negarmos a sabedoria que habita em nós.

Se um hexagrama aponta, por exemplo, um padrão de fracasso, cabe a nós nos voltarmos para nosso interior, nosso inconsciente, e entrarmos em harmonia com a Sabedoria Infinita, para que ela nos guie no processo de transmutação dessa energia em seu oposto. Ao afirmar “O sucesso me pertence agora, através do poder da Consciência Superior Infinita”, triunfaremos sobre os obstáculos, na medida em que perseverarmos em aderir a essa Presença e Poder que existe em nós e que NUNCA falha.

Desse modo, conciliamos os opostos em nossa mente, pois os pensamentos vêm aos pares. Desviando nossa atenção do pensamento negativo e concentrando-a com firmeza, no positivo, todo nosso poder interior flui para esse ponto focal de atenção e a vitória sobre a negatividade fica assegurada.

É preciso que reconheçamos o valor que existe na oposição. Se não tivéssemos desafios, dificuldades ou problemas, não descobriríamos o Divino em nós. Os opostos em nossa vida permitem-nos aguçar nossos instrumentos mentais e espirituais, pelos quais superamos os obstáculos e conciliamos os opostos, experimentando a alegria da positividade e do equilíbrio. A cada dia é preciso aprender a dizer “sim” a todas as coisas boas da vida e “não” a todas as coisas ruins, que tiram a nossa paz.

 
Fonte:
Data: 30/1/2004
 
 

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