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Saúde:
tá quente, tá frio
 

Mesmo que o inverno chegue manso, algumas pessoas sofrem muito com a mudança de temperatura. São as friorentas por natureza. Sensíveis ao frio, recorrem a tudo que possa aquecer o corpo. Mas o termômetro interno varia. Os dias de temperatura amena são perfeitos para quem sente muito calor.

Ter mais sensibilidade ao frio ou ao calor é uma característica de cada um de nós. Já nascemos com essa informação, definida pelo metabolismo, energia dos órgãos internos e emoções. Na medicina tradicional, a sensibilidade ao frio está relacionada ao ritmo com que o sangue corre pelas veias. Quando lento, a pessoa se ressente facilmente da falta de calor.

Para a medicina tradicional chinesa, o frio é proveniente da energia baixa (ou yin) nos rins. Não é um problema, mas a natureza de cada pessoa. Essa energia só se torna perversa caso abaixe excessivamente por conta de alimentação inadequada, grande desgaste físico ou outro desequilíbrio orgânico. Dor lombar e nas articulações, desânimo e depressão também são problemas desencadeados pela queda da energia yin. Frutos do mar, peixes de águas profundas (lingüado, atum e salmão) e raízes (inhame, mandioca) aumentam a energia yin, mantendo os rins aquecidos. Temperos energeticamente quentes, como gengibre, pimenta e canela em pau, estimulam o calor interno do organismo.

Os calorentos têm a circulação sangüínea mais ativa. No inverno, quando se submetem a fontes extras de calor, podem superaquecer o organismo. A sensação passa a ser desagradável, mas, apesar disso, devem evitar banhos frios e alimentos gelados. Isso pode desencadear gripe ou dores nas articulações.

Sangue quente
Pessoas com tendência a crises nervosas e acessos de raiva costumam ter o corpo mais quente. Essas são emoções que aceleram levemente os batimentos cardíacos, fazendo o sangue circular mais rápido e, assim, aquecendo o corpo. Para os orientais, a raiva corresponde ao elemento madeira, que gera o fogo, ligado ao coração e ao fluxo sangüíneo. Para a medicina ayurvédica, milenar prática indiana, são pessoas pertencentes ao dosha (tipo) pitta, o fogo, predominante entre morenos, ativos e coléricos. O pitta exacerbado tem calor corporal excessivo, apresentando aversão ao verão e ao sol.

Medo e depressão têm efeito contrário: resfriam o corpo porque dificultam a circulação do sangue, especialmente nas extremidades. Mãos e lábios ficam frios ao menor sinal de perigo ou tristeza. São pessoas do tipo vata, o ar, mais comum entre os mais magros e ligados à espiritualidade.

O terceiro tipo é o kappa, correspondente aos elementos água e terra, quase sempre presente entre as pessoas de físico grande e tranqüilas, propensas a ter mais frio que calor.

Existe gente friorenta e outros que nem ligam quando os termômetros caem. Isso depende do organismo de cada um. Aprenda a controlar a temperatura do seu corpo com banhos e alimentos energeticamente quentes ou frios e fique confortável neste inverno.

 
Fonte:
Data: 24/6/2003
 
 

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