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Bem-Estar:
você tem a força
 

Acordar de manhã e pular da cama com todo pique para enfrentar o dia que vem pela frente. Descobrir que a cabeça está tão cheia de idéias que é preciso anotá-las num caderno. Olhar no espelho, vestir a roupa mais bonita, se perfumar e ir ao encontro de quem se gosta. Tudo isso é manifestação de uma mesma energia: a da libido. Costumamos associar essa palavra unicamente a sexo e aprendemos que alguém libidinoso é cheio de volúpia e sensualidade. Mas a força da libido – que todos temos em níveis que variam de pessoa a pessoa – não se resume apenas à vontade de desfrutar contato erótico. Essa energia pode ser canalizada para realizações em qualquer área, no trabalho, nos relacionamentos, nas amizades, na criação artística, na geração de idéias. A libido movimenta o desejo não só de sexo mas também o de buscar nossos interesses e lutar por objetivos. Não provoca apenas o gosto pelas grandes conquistas mas também pelo prazer que habita os pequenos gestos do cotidiano.

Questão de instinto
O pai da psicanálise, o médico austro-húngaro Sigmund Freud (1856-1939), definiu essa pulsão como instinto puramente sexual. Mas, no começo do século passado, o psicanalista suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) redefiniu a libido como um instinto permanente da vida, que se manifesta na sexualidade, em necessidades, vontades e interesses diversos. É a força ativa e criadora, a verdadeira força vital. Para essa reorientação, Jung se baseou no conceito adotado pela física, uma ciência exata. Segundo ele, a energia pode se manifestar sob diferentes formas: calor num forno, frio numa geladeira, eletricidade na rede elétrica, movimento num motor.

Combustível a toda prova
Como qualquer fonte de energia, essas reservas podem ter altos e baixos e até se esgotar. Nesse caso, é possível repor a libido gasta, como em um tanque de combustível. No dia-a-dia, pequenos gestos e atitudes recuperam e aumentam esse impulso vital. Para isso, experimente quebrar a rotina e criar momentos de descontração. Ou, então, faça algo inusitado, como mudar o caminho para o trabalho, ler um livro sobre um assunto que você não domina, experimentar uma comida diferente. Ou então recupere antigos hobbies que proporcionavam satisfação, mas que você deixou de lado para cumprir as tarefas de rotina. A baixa da libido não se resume à falta de desejo e ao desinteresse pelo sexo – essa é apenas a forma mais evidente da falta de iniciativa. É pouco comum que a perda da libido se restrinja ao sexo. Geralmente, a pessoa perde a vontade de enfrentar a vida de forma geral. Diminui até o interesse por atividades que sempre proporcionaram verdadeiro prazer.

Fique atento
Um acontecimento que nos causou desgosto – discussão feia, separação, perda de emprego – abala a libido. Às vezes, porém, a causa não está tão explícita ou evidente. Alguém desmotivado no trabalho, por exemplo, pode levar a frustração para casa e contaminar seu relacionamento com o parceiro e os filhos. Em alguns casos, a baixa da libido pode ser causada por alterações hormonais, como na menopausa. Vivemos sob o peso das notícias ruins que chegam até nós todos os dias pelos jornais, pela TV, pela internet. Nos sentimos quase sempre pressionados pela crise financeira e pelo desgaste nas relações. Por isso, nem sempre é fácil descobrir onde está a raiz daquilo que nos tolhe os movimentos. Se algo não anda bem, tente identificar o foco do desânimo e da frustração. Não deixe que tudo vire um nó. Por mais difícil que seja a situação, focalize seus pensamentos de forma positiva e construtiva. Crie imagens mentais de amor, vitalidade, saúde e segurança e sinta que elas passam a integrar sua vida.

Marte, deus do desejo e da coragem
A astrologia também dá indícios de como a força da libido se expressa, em cada um de nós, por meio da análise da posição do planeta Marte no mapa astrológico. O deus romano que emprestou seu nome ao planeta (que os gregos conheciam como Ares) era o senhor da guerra e personificava virilidade, independência e dominação, além de fertilidade na natureza. A energia bélica e sexualizada de Marte se expressava tanto ao conquistar e possuir uma mulher quanto uma nação numa guerra.

 
Fonte:
Data: 24/6/2003
 
 

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