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Beleza:
na flor de todas as idades
 

Nas fases da vida de uma pessoa, de uma planta, de um animal, percebem-se os ciclos de desenvolvimento, cada um com seu encanto. Assim como a semente, a menina é possibilidade pura, a adolescente é tenra como uma folha nova, a flor é a fase de ser senhora de si e floradas elegantes evocam a maturidade.

A vida está em constante transformação, e aproveitar plenamente cada uma das fases é a chave para ter alegria constante. Quando se é criança, o tempo parece eterno e a beleza mora na inocência. Na adolescência, a descoberta do mundo abençoa a pele e dá brilho aos olhos. Aos 30 anos, como a flor, a vida está feita e desabrocha na realização profissional, no rosto dos filhos crescendo. Na maturidade, as raízes são profundas e se multiplicam na sabedoria de muitas experiências. Cada idade tem sua graça, que se transforma conforme os ciclos. A beleza exterior é agradável aos olhos e muda com o tempo. A beleza interior vai mudando para melhor porque independe dos acidentes que ocorrem com o corpo. Assim como o sol varia de intensidade nas quatro estações do ano, cada fase acontece a seu tempo.

Até os 20 anos a missão é aprender e receber informações para colocar em prática dos 20 aos 40 anos. Daí em diante, a ordem é parar e olhar para dentro. O invólucro não é mais a parte principal de sua existência. Surgem novos objetivos: resgatar a luz interior, que passará a iluminar sua vida, a força que a faz levantar todas as manhãs com vontade de viver mais um dia, batalhar mais um projeto, experimentar um caminho diferente. Essa busca é um alimento tão rico para a alma que o corpo acaba irradiando uma beleza serena.

Depois dos 35 anos, a pele pode ter perdido um pouco do viço, da juventude, indesejáveis fios brancos invadem a cabeça e a cintura não é tão fina quanto antes. Há outros ganhos: mais serenidade, mais humor, uma sensualidade mais profunda e segura, mais liberdade de ação.

Beleza além da estética
Descobrir e exercer talentos além da profissão, ter projetos, cultivar prazeres são os combustíveis que vão além das rugas. A lei da vida é mudar sempre. Só perdemos o apetite de viver quando nossas paixões se esgotam. A auto-estima não tem a ver com a idade, mas com o que realizamos e sobretudo com o que queremos realizar. Temos muito que ensinar e muito que aprender também. Vamos nos transformando devagar. Se nos queremos bem e nos respeitamos, gostaremos de nossa aparência em todas as idades, pois no fundo somos sempre a mesma pessoa, muito além e acima de um corpo firme e um rosto liso.

 
Fonte:
Data: 16/6/2003
 
 

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