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Movimento:
nova forma de ser feliz
 

Naqueles dias em que você está achando tudo difícil ou sem graça ou nos momentos em que o corpo reclama, a cabeça está a mil e a tensão em alta, o melhor a fazer é mexer o corpo. Decisões simples como dar uma volta no quarteirão, arrumar gavetas, tomar sorvete ou fazer um suco são suficientes para dissolver a agitação mental, renovar as energias, oxigenar o corpo e deixar o espírito leve. Qualquer que seja o movimento que você faça, ele tem o poder de espantar o tédio.

Atividades que descarregam energia, como caminhar ou fazer esteira, mudam a química cerebral, produzem endorfina e bem-estar. Dançar, se espreguiçar ou dar cambalhotas são gestos muito bons para mostrar o que o corpo e a alma pedem: Prestar atenção nos sentimentos e deixar que se expressem corporalmente estabelece uma conexão restauradora entre o físico e as emoções. É uma forma de nos apropriarmos de nossa essência e do que nos acontece.

Movimentos banais, como caminhar com os pés bem plantados no chão, podem ser agradáveis e relaxantes. Gestos comuns, como levantar-se de uma cadeira, contam com a total participação do corpo, da cabeça aos pés, e produzem uma completa distribuição da força muscular coordenada com os ossos e as articulações. Esse sistema também pode trazer bem-estar. É uma questão de desligar o piloto automático, que nos impede de sentir prazer com as ações mecânicas do corpo.

Dance a sua música favorita

Seja qual for a estratégia ou o movimento que você crie para trocar as lentes cinza de um dia aborrecido ou de uma rotina estafante, sempre vale a pena se mexer. Para extrair o máximo de energia e prazer desses momentos, o segredo é um só: estar presente, colocar- se inteiro, de corpo, coração e alma, naquilo que se está fazendo. Somos muito fragmentados. Há uma divisão entre nossa mente, nossas emoções e nosso corpo. Uma das formas de integrá-los é prestar atenção nas sensações. Quando estamos presentes e inteiros, ficamos mais sensíveis e tranqüilos.

 
Fonte:
Data: 16/5/2003
 
 

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