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Cores no prato:
saúde em dia
 

Benditas todas as cores que podemos ver e comer. Há muitas maneiras de arrumar um prato para que fique nutritivo, mas nenhuma supera a que já dá prazer só de olhar. Se as cores combinam, os alimentos combinam. E, quanto mais colorida for a mistura, mais rica será a comida.

Para começar, pelo fato de que todas as cores vivas – amarelos, alaranjados, vermelhos e verdes-escuros – têm betacaroteno e outros carotenóides, que dentro do corpo se transformam em vitamina A. E falar dela é falar de pele, olhos, ossos, dentes, membranas mucosas, células nervosas e sangüíneas, sistema imunológico, potência sexual, glândulas tireóide e adrenais, das quais depende grande parte do funcionamento harmônico do organismo. Basta uma cenoura crua, de mais ou menos 70 g, para fornecer o dobro do betacaroteno de que precisamos diariamente. Que tal? E o que sobrar não se perde porque os carotenóides são poderosos antioxidantes: protegem as células e neutralizam a ação de radicais livres, o que retarda o envelhecimento.

Outra vantagem da comida colorida é que da variedade nasce a qualidade. Isso acontece porque muitos dos nutrientes importantes trabalham em conjunto, mas nem sempre estão disponíveis no mesmo alimento. Por exemplo, feijão e arroz: ambos têm aminoácidos complementares, o que aumenta em 25% o conteúdo de proteínas se estiverem juntos. Minerais como cálcio, magnésio, fósforo, manganês, zinco, vitaminas do complexo B e vários outros micronutrientes se beneficiam das associações. A medicina tradicional chinesa é mais específica ainda: as cores dos alimentos têm destino e função.

Amarelos vão fazer bem ao estômago, ao baço e ao pâncreas, reforçando nosso centro e a capacidade de reflexão e de compaixão. Regularizam os ciclos – de dormir, de comer, de menstruar.

Verdes estimulam o fígado e a vesícula, a habilidade de planejar, a visão, a criatividade e a paciência. Desintoxicam e ajudam a eliminar resíduos. São bons para músculos e para articulações.

Vermelhos favorecem coração e intestino delgado, levando a uma melhor discriminação de valores e sentimentos, aumentando o calor humano, a capacidade de comunicação, a facilidade de rir.

Brancos, cinza-claro e bege fazem bem aos pulmões e ao intestino grosso, reforçando a vitalidade através de dois processos essenciais à vida: o de respirar, no nível mais sutil, e o de eliminar sobras, no nível mais denso. Asseguram a ordenação e o ritmo.

Marrons, pretos e outros tons escuros ativam os rins e a bexiga, que cuidam do equilíbrio de água no organismo e da própria energia que nos leva adiante. Sustentam em nós os ossos, a medula, o cérebro, a coragem, a ambição, a capacidade reprodutiva e também desintoxicam.

 
Fonte:
Data: 14/2/2003
 
 

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