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"NÃO FAZER NADA": ótima receita de saúde, beleza e bem-estar
 

Na natureza é mais fácil relaxar, reformular hábitos de vida, emagrecer e recuperar a auto-estima.

Momentos únicos, confortáveis para o corpo e a alma. Deitar-se sob o sol da manhã - com a proteção adequada, evidentemente - aquece o corpo, remove olheiras, ilumina o sorriso, recupera a energia, reacende a sensualidade. "Ficar de papo pro ar" , como diz o nosso caipira, é arte, a pura arte de viver. Para muitos, um aprendizado, para outros, um prazer sempre cultivado.

A felicidade mora num canto quieto qualquer onde a natureza ofereça seus brinquedos, a chuva, o sol, as flores, o silêncio e aqueles dias compridos, quando o coração entra num compasso calmo e a vida parece fluir com grande preguiça. Talvez seja o que o homem moderno mais esteja precisando e explique o sucesso de livros como o do filósofo inglês Bertrand Russel, "Elegia ao Ócio", de 1935, reeditado recentemente; o "O Ócio Criativo", de Domenico di Masi, sucesso absoluto nas prateleiras, e "Direito à Preguiça", de Paul Lafargue.

Acordar e comer com calma, respirar ar puro, sentar-se sob uma árvore, pôr os pés na terra, na grama, mergulhar num mar azul, explorar praias desertas, caminhar no mato, tomar banho de cachoeira, ficar à toa, finalmente ler o livro que comprou, vivendo com prazer os momentos de ócio, são pequenas grandes mágicas da vida. Disso já sabiam os antigos gregos. Sócrates cunhou a célebre frase "a filosofia nasce do ócio", que explica perfeitamente a importância de parar para pensar e ser feliz.

 
Fonte:
Data: 30/1/2003
 
 

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